zoneamento
4.1 Organização do Zoneamento
4.1.1 Introdução
A proposta deste capítulo é definir, com base nas informações apresentadas
anteriormente, o zoneamento do Parque Estadual da Serra do Mar, onde cada zona
tem características próprias, com propostas de manejo e normas individualizadas, e
que leva em consideração graus específicos de proteção e possibilidades de
intervenção humana. Os tipos e as denominações das zonas tiveram como base
aquelas descritas no Roteiro Metodológico elaborado pelo IBAMA (IBAMA/GTZ,
2002).
De acordo com as especificações deste documento, “o zoneamento constitui um
instrumento de ordenamento territorial, usado como recurso para se atingir
melhores resultados no manejo da unidade de conservação, pois estabelece usos
diferenciados para cada zona, segundo seus objetivos”. O zoneamento é conceituado
na Lei nº 9.985/2000 (SNUC) como “definição de setores ou zonas em uma unidade
de conservação com objetivos de manejo e normas específicas, com o propósito de
proporcionar os meios e as condições para que todos os objetivos da unidade possam
ser alcançados de forma harmônica e eficaz”.
As principais inovações, estabelecidas com base no Roteiro Metodológico, referem-se
à: Zona de Ocupação Temporária, onde foram definidos procedimentos para atender
às necessidades básicas dos ocupantes do Parque, enquanto não se consuma sua
regularização fundiária; e à criação da Zona Histórico - Cultural Antropológica, que
abriga as comunidades tradicionais de caiçaras e quilombolas, também temporária,
onde também foram definidos procedimentos para atender as necessidades básicas
dos ocupantes do parque, mas com abordagem diferenciada em relação às
perspectivas futuras: as áreas serão avaliadas na perspectiva de mudança de categoria
de manejo num processo continuo e compartilhado, considerando , uma vez que
ainda se faz necessária uma avaliação mais abalizada sobre a pertinência social e
ambiental da permanência destas comunidades em categorias de manejo de unidade
de conservação de uso sustentável. Estas definições objetivaram a criação de
instrumentos normativos de gestão condizentes com as situações reais verificadas nas
áreas em campo, o respeito aos direitos de legítimos ocupantes que não foram
indenizados e, o fortalecimento da credibilidade e legitimidade da ação do Estado, que,
neste sentido, integra-se mais com as demandas da passa a ser mais integrada com a
sociedade em geral.
Por outro lado, a Zona de Uso Conflitante (Infra-Estrutura de Base), baliza e
regulamenta a relação entre o Instituto Florestal e as organizações gestoras das obras,
equipamentos, estruturas e serviços públicos instalados no território do PESM
definindo suas responsabilidades em relação à proteção e implantação do Parque em
suas áreas de influência.
Os critérios de definição utilizados integram todos os aspectos ambientais, sociais e
culturais estudados, definindo-se áreas restritas, de uso público, de apoio e infra
262Zoneamento
estrutura etc. Neste capítulo também são descritos o objetivo, as normas e as
recomendações para cada uma das zonas de manejo.
As zonas foram definidas, sempre que possível, em função de suas características
naturais e culturais, de suas potencialidades, fragilidades e necessidades específicas de
proteção, de acertos e de conflitos de uso atual. Para a sua elaboração foram
considerados: (a) os objetivos do Parque como Unidade de Conservação de Proteção
Integral (Lei nº 9985/2000); (b) a análise dos capítulos anteriores, principalmente a
avaliação da biodiversidade, do meio físico e dos vetores de pressão; (c) as demandas
das instituições e comunidades locais, consensuadas nas reuniões de planejamento
participativo e (d) a confecção de mapas intermediários, elaborados pelo cruzamento
dos dados espacializados do meio físico, biótico, da ocupação antrópica, dos
programas e objetivos de manejo, o que resultou no mapa síntese, com a identificação
das diferentes zonas (Mapa Zoneamento).
Várias etapas, produtos e eventos foram realizados para a estruturação e a
consolidação da proposta de zoneamento do PESM, dentre eles:
Diagnósticos temáticos obtidos e consolidados através da avaliação ecológicarápida
Análises do patrimônio cultural, do uso público e da ocupação antrópica
Oficina de planejamento do zoneamento, oito oficinas de planejamento local, duasoficinas de planejamento regional, uma oficina conclusiva interna e uma oficina
conclusiva com a sociedade
Os critérios de valores como representatividade, riqueza e diversidade de espécies,
fragilidade ambiental, usos conflitantes, atrativos para visitação pública, beleza cênica,
os critérios mensuráveis, como fragilidades do meio físico, hidrografia, e grau de
conservação da vegetação, foram os aspectos norteadores para a definição do
zoneamento. Assim, para atender aos objetivos gerais das unidades de conservação de
proteção integral e aos objetivos específicos de manejo do PESM, foram definidas 9
zonas internas à unidade: intangível, primitiva, uso extensivo, uso intensivo, histórico
cultural, recuperação, uso especial, uso conflitante (infra-estrutura de base) e
ocupação temporária, além da zona de amortecimento e da zona de superposição
indígena.
4.1.2 Critérios de Zoneamento
Os critérios para o zoneamento do PESM levaram em consideração orientações
constantes do Roteiro Metodológico do IBAMA (IBAMA, 2002), resumidas na tabela
abaixo:
Zoneamento 263
Tabela 67. Critérios para o zoneamento do PESM
Critérios Indicativos da Singularidade da Unidade de Conservação
Representatividade
Riqueza e diversidade de espécies
Áreas de transição
Susceptibilidade ambientalCritérios indicativos de valores para a
conservação
Presença de sítios históricos e culturais
Potencial para visitação
Potencial para conscientização ambiental
Presença de infra-estrutura
Uso conflitanteCritérios indicativos para a vocação de uso
Presença de populaçãoFonte: Roteiro Metodológico do IBAMA (IBAMA, 2002)
Para a delimitação das zonas foram utilizados ainda os seguintes critérios de ajuste:
Nível de pressão antrópica
Acessibilidade
Áreas de domínio público
Gradação dos tipos de uso e estado de conservação da cobertura florestal (estágiode regeneração natural)
Percentual de proteção
Limites geográficos identificáveis na paisagemEstes critérios permitem estabelecer prioridades e inferir sobre as zonas mais
restritivas em alguns casos. Outros aspectos também foram observados durante o
processo de delimitação das zonas, destacando-se:
Praticamente todas as áreas de uso antrópico, com exceção daquelas ocupadas porinfra-estrutura de base, foram incluídas na Zona de Ocupação Temporária (ZOT)
ou Zona Histórico Cultural (ZHC), objetivando respeitar direitos de posse e
propriedade, e principalmente os direitos históricos dos ocupantes que nasceram,
residem e dependem do lugar onde vivem para sua sobrevivência. Após a
indenização ou reassentamento dos ocupantes da Zona de Ocupação Temporária,
estes setores deverão ser incorporados a outras zonas estabelecidas no Plano de
Manejo, de acordo com suas características ambientais e objetivos de manejo;
Na Zona Histórico Cultural Antropológica foram incluídas as áreas ocupadas pelaspopulações predominantemente tradicionais caiçaras e quilombolas. Estas áreas
provavelmente serão re-classificadas na sua categoria de manejo, mas enquanto o
processo não for concluído, considera-se fundamental sua diferenciação para
valorizar e garantir condições que assegurem a continuidade do modo de vida
destas populações;
264 Zoneamento
Outro aspecto considerado para o zoneamento refere-se ao grau de intervenção
permitido em cada tipo de zona. As seguintes tabelas apresentam uma síntese dos
tipos de zonas presentes no Parque, seus respectivos graus de intervenção e áreas.
Tabela 68. Relação entre o grau de intervenção antrópica e os tipos de zona
presentes no PESM
Grau de Intervenção Zona
IntangívelNenhum ou baixo grau de intervenção
Primitiva
Uso extensivoMédio grau de intervenção
Histórico cultural arqueológica
Uso intensivo
Uso especial
Recuperação
Uso conflitante (infra-estrutura de base)
Histórico cultural antropológica
Ocupação temporáriaAlto grau de intervenção
Superposição indígenaTabela 69. Área total de cada zona do PESM
Zona Área (ha) Porcentagem (%)
Intangível
95.495 31,10 %Primitiva
133.574 43,50 %Uso extensivo
2.615 0,85 %Histórico cultural arqueológica
780 0,25 %Uso intensivo
126 0,04 %Uso especial
403 0,13 %Recuperação
54.727 17,81 %Uso conflitante (infra-estrutura de base)
2.247 0,73 %Histórico cultural antropológica
1.076 0,37 %Ocupação temporária
16.163 5,26 %Superposição indígena
(aproximadamente) 20.623 6,71 %Amortecimento
TOTAL
100%Nota: O valor total da área do parque difere do valor apresentado em outros capítulos devido a diferenças nas
bases cartográficas.
Nos itens seguintes são descritos, para cada zona, sua definição, objetivos, normas e
recomendações.
Zoneamento 265
4.2 Zona Intangível
É aquela onde a natureza permanece mais próxima de seu estado primitivo e distante
das principais vias de acesso. Esta zona representa o banco genético, a partir do qual
se viabiliza a recuperação de áreas mais degradadas e a recuperação dos processos
ecológicos em outras zonas.
4.2.1 Objetivo Geral
Proteção integral e conhecimento dos ecossistemas, e dos processos ecológicos, que
são responsáveis pela manutenção da biodiversidade no Parque.
4.2.2 Objetivos Específicos
Preservar regiões florísticas e faunísticas importantes;
Preservar ecossistemas ou habitats pouco representados espacialmente no Parque;
Preservar regiões que apresentem representantes da flora e da fauna aindadesconhecidos ou pouco conhecidos para a ciência;
Preservar espécies da flora e fauna raras, ameaçadas de extinção ou endêmicas;
Preservar áreas de elevada diversidade biológica;
Preservar sistemas pouco alterados por ações antrópicas;
Proteger as nascentes, mantendo e assegurando a qualidade da água gerada pelaunidade de conservação;
Proteger áreas de alta fragilidade do meio físico, recobertas por ecossistemasíntegros.
4.2.3 Justificativa
A Zona Intangível é composta de um mosaico de sistemas distribuídos em diferentes
fisionomias vegetais do Parque, com predominância da floresta ombrófila densa
considerada primitiva ou em estado bastante avançado de regeneração, como pode
ser observado no Mapa do Zoneamento. Compreende áreas prioritárias para a
conservação uma vez que foi delimitada a partir de critérios que traduzem a grande
importância biológica destas áreas, integridade da paisagem, grande diversidade de
habitats, fenômenos naturais importantes para a manutenção dos processos
ecológicos, alta riqueza de espécies da fauna e flora, alta riqueza de espécies raras ou
ameaçadas de extinção e
taxa únicos, ainda desconhecidos ou pouco conhecidos paraa ciência.
Considerando-se os critérios acima mencionados, incluíram-se na zona intangível as
áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade, comportando, entre outras,
as seguintes regiões:
Rio Bonito (Núcleo Cunha): ocorrência de várias espécies ameaçadas de avescomo saudade
Tijuca atra, cuiú-cuiú Pionopsitta pileata, negrinho-do-mato266 Zoneamento
Amaurospiza moesta
e pavó Pyroderus scutatus. Provável presença da jacutinga Pipilejacutinga
, da pararu Claravis godefrida e do gavião-de-penacho Spizaetus tyrannus,espécies de aves bastante raras e ameaçadas de extinção no Estado de São Paulo.
Presença de araucárias
Araucaria angustifolia nativas com espécie de ave indicadoraassociada (grimpeiro
Leptasthenura setaria).
Região da trilha da SABESP (Núcleo Caraguatatuba): áreas bem conservadas,exclusividade da fisionomia vegetal e de espécies da flora. Presença de espécie não
descrita da Família Lauraceae.
Região de Guaratuba/Bertioga(Núcleo Itutinga-Pilões): ambiente único (floresta dealtitude). Alta riqueza de anfíbios e aves, apesar das pressões existentes.
Vegetação na região do rio Itariru (Núcleo Curucutu, Itanhaém): restinga bemconservada. Registro de várias espécies de mamíferos como lontra
Lontralongicaudis
, cutia Dasyprocta azarae, paca Agouti paca, anta Tapirus terrestris,indicando baixa pressão de caça. Alta riqueza de anfíbios.
Sertão do Cambucá (Núcleo Picinguaba): Restinga e várzeas bem conservadas epouco representadas na área do Parque. Registro de várias espécies de mamíferos
como lontra
Lontra longicaudis, cutia Dasyprocta azarae, paca Agouti paca, antaTapirus terrestris
, indicando baixa pressão de caça.
Floresta Ombrófila Densa Montana de Cunha e Santa Virgínia: Espécies demamíferos restritas ao planalto, como os primatas
Calicebus nigrifrons e Callithrixaurita
, além de roedores e marsupiais. Grande riqueza de espécies de mamíferos.Dois anfíbios
(Brachycephalus e Paratelmatobius) exclusivos. Alta riqueza de anfíbiose aves. Espécies de aves associadas a taquarais específicas. Inclui-se nesta área a
trilha do mono, com vegetação primária de alta diversidade.
Boracéia / Barra do Una – até Sistema Rio Claro (SABESP), em Salesópolis (SãoSebastião): de alta a extrema riqueza de aves e anfíbios. Maior riqueza de anfíbios
conhecida para a Mata Atlântica. Elevado número de espécies ameaçadas de aves.
Elevada riqueza da flora. Abrange gradiente altitudinal. Como há controle de
acessos, grande densidade de palmitos e maior número de espécies cinegéticas de
aves. Floresta Submontana/encosta: trecho de floresta bem conservado. Alta
riqueza de espécies vegetais.
4.2.4 Normas
4.2.4.1 Uso Permitido
Pesquisa científica, monitoramento ambiental e proteção;
Instalação de sinalização indicativa;
Coleta de sementes para pesquisa dos processos de regeneração dosecossistemas, apenas de espécies não encontradas em outras zonas;
Pesquisas relacionadas ao enriquecimento da biodiversidade do PESM;
As atividades permitidas não poderão alterar nem comprometer a integridade dosrecursos naturais.
Zoneamento 267
4.2.4.2 Uso Proibido
Qualquer tipo de alteração da biota, da vegetação nativa e dos seus cursos d’água;
Abertura ou alargamento de trilhas e acessos existentes;
Qualquer tipo de movimentação de terra, quebra ou retirada de rochas;
Instalação de qualquer tipo de nova infra-estrutura permanente;
Qualquer tipo de visitação pública que não esteja relacionada aos programas depesquisa, proteção, monitoramento e documentação do parque;
Circulação de indivíduos ou grupos não autorizados portando qualquer tipo deinstrumento de corte, armas de fogo e exemplares (ou parte) de fauna, flora ou
mineral;
Qualquer tipo de acampamento não autorizado ou não destinado ao manejo doParque;
A disposição de quaisquer resíduos gerados durante a estadia nesta zona;
A circulação de quaisquer tipos de animais domésticos.4.2.5 Recomendações
Quaisquer atividades que se desenvolvam na Zona Intangível apresentem impactoambiental mínimo.
Apesar do objetivo principal da Zona ser a preservação dos processos ecológicosnaturais, as pesquisas científicas devem ser estimuladas, considerando-se tanto a
potencialidade da área para o aprofundamento do conhecimento sobre o Parque
quanto o ainda elevado grau de desconhecimento sobre a sua biodiversidade,
manifestado pela já observada existência de espécies novas para a ciência.
O conhecimento público dos atributos naturais desta zona deverá incentivado pormeio de guias, folhetos e outros recursos indiretos.
Qualquer edificação ou ocupação antrópica porventura existente nesta Zonadevera ter prioridade de remoção.
Os estudos sobre as condições desta área devem ter prioridade, visando umafutura revisão dos limites da zona.
4.3 Zona Primitiva
É aquela onde predomina a floresta ombrófila densa em estágios sucessionais médio,
avançado e mesmo primitivo, bem como outras formações vegetais da Mata Atlântica
nestes mesmos estágios, abrigando espécies de fauna e flora mais representativas da
Mata Atlântica, bem como valores estéticos que levam à contemplação, observação e
exploração dos sentidos. A Zona Primitiva também foi definida como aquela que
circunda e protege a Zona Intangível, onde as formações vegetais, embora bem
conservadas, sejam mais acessíveis, mais próximas aos limites do Parque e aos seus
acessos.
268 Zoneamento
4.3.1 Objetivo Geral
O objetivo geral do manejo é a conservação da paisagem natural e da biodiversidade,
dos aspectos físicos, históricos e culturais a ela associados e, ao mesmo tempo,
facilitar as atividades de pesquisa e educação ambiental e contemplação da natureza.
4.3.2 Objetivos Específicos
Assegurar a conservação da diversidade biológica servindo como banco genéticoda fauna e flora da Serra do Mar;
Conservar a representatividade das distintas comunidades naturais do Parque;
Promover a pesquisa científica;
Proteger os recursos hídricos, mantendo e assegurando a qualidade da água geradapela unidade de conservação;
Proteger áreas de alta fragilidade do meio físico, com cobertura vegetal poucoalterada.
4.3.3 Justificativa
A Zona Primitiva foi definida considerando-se, entre outros fatores, a integridade e a
fragilidade dos ambientes naturais presentes, tornando necessária a sua conservação
por abranger áreas representativas com relevante importância para a conservação da
fauna e flora da região e manutenção da qualidade dos recursos hídricos. Esta zona
abrange áreas onde ocorreram pequenas intervenções humanas, objetivando a
proteção de amostras das diferentes formações vegetais do Parque, como: a Floresta
Sempre-Verde do Planalto (Floresta Ombrófila Densa Montana); a Floresta da Crista
da Serra do Mar (Floresta Ombrófila Densa Altomontana/Montana – Floresta de
Neblina - Floresta de Altitude); a Floresta da Encosta da Serra do Mar (Floresta
Ombrófila Densa Montana/Submontana); a Floresta Alta do Litoral (Floresta
Ombrófila Densa de Terras Baixas – Floresta de Planície - Floresta de Restinga Alta);
o Campo Montano (Estepe - Campos de altitude); a vegetação com influência marinha
(Restinga Baixa); e a vegetação com influência flúvio-marinha (Manguezal).
4.3.4 Normas
4.3.4.1 Uso Permitido
Pesquisa científica, proteção, monitoramento e educação ambiental;
Instalação de sinalização indicativa;
Coleta de sementes para viabilizar os processos de regeneração dos ecossistemasdo próprio PESM;
Pesquisas relacionadas ao enriquecimento da biodiversidade do PESM;
Projetos de enriquecimento de biodiversidade embasados em pesquisas anteriores;Zoneamento 269
Implantação de pequenas bases de apoio à fiscalização e pesquisa cientifica, emcondições de, eventualmente, abrigar indivíduos em atividades de interpretação
dos seus atributos naturais.
4.3.4.2 Uso Proibido
Qualquer tipo de alteração que comprometa a biota, a vegetação nativa e seuscursos d’água;
Abertura ou alargamento de trilhas ou acessos existentes para tráfego de qualquertipo de veículo motorizado;
Qualquer tipo de movimentação de terra, quebra ou retirada de rochas;fontfontfontfont